David Gale é professor, advogado e também um ativista contra a pena de morte. Porém, ele próprio acaba sendo condenado a fatal punição, quando é acusado falsamente de estuprar e assassinar uma colega. O caso chama a atenção de uma jornalista, que decide investigar o passado de Gale e questionar o sistema judicial que o condenou. Ela começa a se aprofundar na investigação e além de se apaixonar por ele, descobre que ele é inocente.
A pena de morte é um dos assuntos mais polêmicos e controversos discutidos pela humanidade até os dias de hoje. A discussão, fervorosa por vezes, pode ser travada por questões como os direitos humanos, a crueldade ou não com relação aos diversos métodos aplicados para dar cabo da vida de um ser humano — cadeira elétrica, injeções letais, pelotão de fuzilamento, etc. ou observando-se o lado religioso, devido ao direito ou não de um ser humano tirar a vida de outra pessoa.
O filme aborda justamente este tema controverso, utilizando como pano de fundo o estado americano do Texas, local onde, nos Estados Unidos, existe a maior taxa de execuções de pena de morte: Desde 1976, quando a pena de morte foi retomada,logo já foram executados muitas pessoas. O Texas possui o maior sistema penitenciário dos Estados Unidos, com mais de 150.000 presos atrás das grades. Somente na cidade, apelidada macabramente de Capital Americana da Morte, devido a ser local onde todas as execuções texanas acontecem, existem 9 prisões estaduais.
Confesso que a história, que a princípio achei que não fosse ser boa, acabou me prendendo. Mesclando a vida de David Galé — inteiramente fictícia — com fatos reais, como a rotina de um condenado à morte, bem como seu tratamento horas antes da execução, quando tem o direito a fazer um único pedido, bem como a receber cuidados religiosos, o diretor da história, Alan Parker, conseguiu fazer inclusive, na minha opinião, uma espécie de documentário a respeito deste tema tão capaz de dividir a opinião pública. Os extras do DVD trazem inclusive um documentário a respeito do assunto: Nele são entrevistados diretores de penitenciárias, e a rotina policial texana é abordada: Por mais que possa parecer cruel, os policiais texanos estão contentes por cumprirem seu dever, o de cumprir a lei do Texas. Se você ainda não viu o filme, está perdendo tempo.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
O BELO EM IMANUEL KANT
O aluno de mestrado Luciano Ezequiel Kaminski, apresentou em sala uma dúvida sobre sua monografia. Ele desenvolve em Kant,o Belo como símbolo da moralidade.Para explicar o pensamento do filosofo, o aluno mestrado Luciano, produz uma linha de raciocínio para explicar os meios e os materiais utilizados para alcançar a suposta resposta de seu questionamento. Inicia sua explicação apontando a filosofia transcendental kantiana e a sua influência, na sua posterior afirmação. Destaca que a razão não se delimita as experiências, segundo Kant, pois eleva/transcende ao infinito. Sendo o agir moral uma consciência mediante a conseqüência da razão, com efeito, na sensibilidade. Ou seja, apresenta o símbolo como uma permissão que compreende o universo favorável. Colocando como princípio a priori o Belo como símbolo da Moral. Para Kant aborda de forma diferenciada, dividindo-a em três formas: pela substância, causalidade e reciprocidade. A analogia é uma forma de ver o que há entre causa e efeito. Já as idéias de Deus, alma, mundo, que são idéias transcendentais, pode conhecer somente pela razão, elas não permitem experiências; ao tratar de temas como esses, a analogia passa a chamar-se de heurística. ara Kant a ligação entre a faculdade cognitiva e a dimensão da sensibilidade, é a faculdade do juízo, relacionada aos sentimentos, porém, não o sentimento de ciúmes, raiva, alegria..., mas, o sentimento estético, o sentimento de prazer e desprazer que se tem.
O belo, diz Kant, "é o que agrada universalmente, sem relação com qualquer conceito". A satisfação só é estética, porém, quando gratuita e desligada de qualquer fim subjetivo,ou objetivo. O belo existe enquanto fim em si mesmo: agrada pela forma, mas não depende da atração sensível nem do conceito de utilidade ou de perfeição. No juízo estético verifica-se o acordo, a harmonia ou a síntese entre a sensibilidade e a inteligência, o particular e o geral.
O belo, diz Kant, "é o que agrada universalmente, sem relação com qualquer conceito". A satisfação só é estética, porém, quando gratuita e desligada de qualquer fim subjetivo,ou objetivo. O belo existe enquanto fim em si mesmo: agrada pela forma, mas não depende da atração sensível nem do conceito de utilidade ou de perfeição. No juízo estético verifica-se o acordo, a harmonia ou a síntese entre a sensibilidade e a inteligência, o particular e o geral.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Produtora:PRODUÇÃO INDEPENDENTE..Filme:Teoria Agostiniana de Iluminação

Produtora:PRODUÇÃO INDEPENDENTE.Filme:Teoria Agostiniana de Iluminação.Roteiro:O filme terá 50 minutos de duração;Inicialmente será filmado em fita VHS, e contará a teoria agostiniana de iluminação.1-Como é dado o conhecimento,segundo Santo Agostinho,pela mente humana.Será explicitado o processo da aprendizagem .2-A função da linguagem e da memória no processo cognitivo.Como a linguagem faz a ponte entre o signo e o significado e como a memória atua ao captar e armazenar as informações capturadas pelos sentidos.3-O objetivo do autor ao tratar do tema .Os materiais de apoio :Como material de apoio contarei com o livro:Confissões,de Santo Agostinho,Artigos sobre o autor,documentários sobre pesquisas realizadas na área neurológica ,etc.O filme servirá de base para atividades a serem elaboradas em um caderno , que ajudarão na fixação da matéria dada ,pelos alunos iniciantes em Filosofia.As atividades :1-Pedir para os alunos descrever os conceitos filosoficos defendidos defendidos pelo autor.objetivos :fazer o aluno compreender e identificar os conceitos defendidos pelo autor encontrando uma aplicação prática desse conceito em sua vida.2-Convidar o aluno a uma leitura de um texto ,referente ao tema do filme,de um autor contemporâneo para analisar e identificar ,nele, conceitos diferentes ou semelhantes aos tratados pelo filme.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
A LEI MORAL E A RELIGIÃO
A pesquisa se dá na pressuposição de que a antropologia pragmática é uma antropologia moral, uma vez que demonstrada da religião racional deriva da moral pura.
Para Kant assevera que o conceito de natureza humana e o principio subjetivo do livre arbítrio.
Ele afirma que o ser humano é portador de uma natureza que não é determinada por uma essência, pelo contrario e demonstrar que podemos criar relações entre as noções de disposição, propensões, tendências, caráter e outros por meio de conceito de natureza humana.
Dentro da antropologia encontramos a mesma estrutura diferente ao conceito de natureza humana. Kant parte da seguinte pergunta é possível conhecer tanto o interior como o exterior do ser humano? Kant vai dizer que é negativo, embora não signifique a impossibilidade de um conhecimento referente ao homem.
O trabalho mostra que Kant entende a religião racional como caracterizada pó uma adesão do próprio homem, como todo o seu empenho, a lei moral. O filosofo reduz a própria religião à moral e expõe de modo simbólico os conceitos de domínio religioso diferenciando a fé da fé eclesial.
Portanto a religião racional é assinalada pela união dos homens segundo leis de virtude, que ordena a realização do supremo bem, possível no mundo como fim ultima dos seres racionais finitos. A bem, que implica o compromisso de gênero humano consigo mesmo.
Portanto, podemos corroboar que o conceito de natureza humana para Kant é um conceito huristico que tem possibilidade de articular as noções de desejo, imaginação. Em suma a tese apresenta que a simbolização ou os discursos religiosos estéticos tem a ver com a determinação do ser finito por meio de uma lei moral.
Para Kant assevera que o conceito de natureza humana e o principio subjetivo do livre arbítrio.
Ele afirma que o ser humano é portador de uma natureza que não é determinada por uma essência, pelo contrario e demonstrar que podemos criar relações entre as noções de disposição, propensões, tendências, caráter e outros por meio de conceito de natureza humana.
Dentro da antropologia encontramos a mesma estrutura diferente ao conceito de natureza humana. Kant parte da seguinte pergunta é possível conhecer tanto o interior como o exterior do ser humano? Kant vai dizer que é negativo, embora não signifique a impossibilidade de um conhecimento referente ao homem.
O trabalho mostra que Kant entende a religião racional como caracterizada pó uma adesão do próprio homem, como todo o seu empenho, a lei moral. O filosofo reduz a própria religião à moral e expõe de modo simbólico os conceitos de domínio religioso diferenciando a fé da fé eclesial.
Portanto a religião racional é assinalada pela união dos homens segundo leis de virtude, que ordena a realização do supremo bem, possível no mundo como fim ultima dos seres racionais finitos. A bem, que implica o compromisso de gênero humano consigo mesmo.
Portanto, podemos corroboar que o conceito de natureza humana para Kant é um conceito huristico que tem possibilidade de articular as noções de desejo, imaginação. Em suma a tese apresenta que a simbolização ou os discursos religiosos estéticos tem a ver com a determinação do ser finito por meio de uma lei moral.
A ULTIMA TENTAÇÃO DE CRISTO.

Talvez o mais polêmico filme do celebre Martim, Scorcese, a ultima tentação de Cristo nos propõe uma instigante re-. concepção da vida de cristo à luz não das suas virtudes divinas,mas das suas inconfessáveis fraquezas humanas.
Este filme tira toda a identidade de cristo, pois em todo filme transmite um homem que passa todo tempo pensando em suas vontades, como pode um Jesus, segunda pessoa da santíssima trindade conciliar duas naturezas tão contraditórias em um único corpo?Sabemos que pela parte humana ele esteve sujeito às tentações da carne, mas nem por isso o diretor Martin Scorcese poderia tomar imensas liberdades com relação ao caráter especialmente de Jesus que é exposto. É uma oposição à própria manifestação de Deus,de um Cristo que foi enviado para cumprir todo plano de Deus por amor da humanidade, dando testemunhos de obediência,humildade,castro,consciente de sua missão. Porém descreve como um dos piores vícios humanos, mentira, infidelidade prepotente.
Denota na filme um Jesus igualado a nós, confuso, inseguro, medroso em suas decisões, vitimas de seus sentimentos e vontades.
Para shopenhauer, o homem é vontade, uma vida volta às “paixões” uma força irresistível, insaciável e onipotente. Como Kant, já revelando um lado negativo,Kant veria um cristo que não obedece ao imperativo categórico,ao mandamento ou lei moral.
A PAIXÃO DE CRISTO.

“O SENHOR FEZ CAIR SOBRE ELE O PESO DOS PECADOS DE TODOS NÓS”
Analisando a paixão de cristo, de Mel Gibson, o filme, vai além do interesse teórico e mergulha no coração das diversas pessoas. Quando pensamos na paixão de cristo, a imaginamos muitas vezes,como uma coisa distante, sentimental idealizado,este filme nos mostra,pelo contrario o sofrimento de cristo em toda a sua dureza e crueldade,mostrando o fato de que a luta entre o bem e o mal, que esta na origem da paixão de cristo,foi causado pela circunstancia política que empurravam o poder romano,mas também,pecados de todos os homens,de todos os tempos.
Estamos diante da gratuidade e fidelidade diante do mistério da iniqüidade que Jesus carrega no seu corpo e na sua alma para a redenção de todos.
O sofrimento de cristo, que veio canalizar à morte, só tem sentido se for uma causa, e principalmente quando esta causa é o amor. Ele mostrou-nos que devemos amar nossos inimigos, mesmo,ser sábio o suficiente para aumentar a nossa capacidade de compreender para com todos os seres.
Contudo Mel Gibson cenifica toda a violência sanguinolenta que caiu sobre Jesus, recordando estes acontecimentos, Paulo diz: que aquele que não tenha pecado, Deus o fez pecador por nossos pecados, para que nos tornássemos justiça para Deus.
A responsabilidade e a culpa são do pecado do mundo, de todos e de cada um de nós. Esta é a verdadeira interpretação teológica de João.
Certamente o filme é um apelo desgarrado para a conversão e a vida de todos e de cada um de nós.
Estamos diante da gratuidade e fidelidade diante do mistério da iniqüidade que Jesus carrega no seu corpo e na sua alma para a redenção de todos.
O sofrimento de cristo, que veio canalizar à morte, só tem sentido se for uma causa, e principalmente quando esta causa é o amor. Ele mostrou-nos que devemos amar nossos inimigos, mesmo,ser sábio o suficiente para aumentar a nossa capacidade de compreender para com todos os seres.
Contudo Mel Gibson cenifica toda a violência sanguinolenta que caiu sobre Jesus, recordando estes acontecimentos, Paulo diz: que aquele que não tenha pecado, Deus o fez pecador por nossos pecados, para que nos tornássemos justiça para Deus.
A responsabilidade e a culpa são do pecado do mundo, de todos e de cada um de nós. Esta é a verdadeira interpretação teológica de João.
Certamente o filme é um apelo desgarrado para a conversão e a vida de todos e de cada um de nós.
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